Monday, September 11, 2006

Sobre o filme “O Ilusionista”


O geralmente bom Edward Norton é o mágico Eisenheim na Viena de 1900 e uns pouquinhos que quer tomar para si um amor de infância agora prometida a um membro da realeza. Ele então paralelamente as populares apresentações mágicas nutri a paixão pela amante e divide com ela a angústia de não poderem estarem juntos.
Nada de novo, só a manjada fórmula do amor impossível. Parece que o público seria seduzido pelas apresentações do ilusionista. Mas o problema é que truque mágico só tem graça ao vivo, no cinema, obviamente fabricado por efeitos digitais, fica chatíssimo.

Nota. C+ (O Edward Norton também não estava tão bom).

1 comment:

jacolo said...

Não vi o "Ilusionista" mas pelo trailer creio que é tão ruim (ou tão bom, como queira)como esses filmes que só pretendem divertir(?)e não propõe uma "mensagem", seja ela clara e objetiva, ou subentendida nas entrelinhas, ou entrecenas, já que filmes, por definição, não tem linhas.